domingo, 27 de julho de 2008

Alentejo

Meu Alentejo, minha paixão. Esta planície que em tempos foi terras de arroz, não está abandonada. Está agora em terreno de pasto. Após a implantação do Gabinete da Área de Sines. Como foi criada uma cidade ao redor, a cultura do arroz foi excluída por motivos sanitários.

15 comentários:

Germano Xavier disse...

Bom é aprender e ver lugares e ver o tempo que é seu, João, e que acaba sendo de quem aprecia o tempo eterno.

Volto sempre porque eu sou um aprendiz.

Abraço de estima.
Germano

Rose disse...

Imagem bulcólica...
Tenha um bom final de domingo, meu querido amigo.

São disse...

Sou alentejana por ascendência e amo o Alentejo de paixão.
Gostei de ver aloendros e ...tudo o resto.
Feliz semana.

Esclarecimento: ando um pouco desnorteada e é por essa razão que não aperço tanto quanto gostaria em casa de ninguém.

Sophiamar disse...

João

Gosto muito do teu blog. Fiquei a saber, e tem lógica, que devido à proximidade da cidade , os arrozais foram extintos por questões sanitárias.No entanto, é pena que os trigais também tenham desaparecido. Explicaram-me que o trigo cultivado em Portugal saía mais caro do que o importado. Não sei se é verdade. Quanto ao Alentejo, não tenho costela alentejana mas o meu avô paterno foi mestre-escola nesse Alentejo profundo e contava-me a dureza da vida, no seu tempo, na região. Fiquei a amá-lo. A Portalegre, Marvão, Castelo de Vide, Monsaraz, Monforte, Vila Viçosa... amo do fundo do coração.

Beijinhos e obrigada pelas palavras que me deixaste.

Rose disse...

Marcando território, viu?kkkkkkkkkkkkkk.
Uma beijoca.

Renata Maria Parreira Cordeiro disse...

João:
Saia um pouco do seu espaço e venha para o meu. Fiz novo post hj, acho que vc não viu o filme.
Apareça por aqui:
wwwrenatacordeiro.blogspot.com
não há ponto depois de www
Um beijo,
Renata

Laura disse...

Olá moço!... Ando sempre a chagra tarde a todo o lado, mas, mais vale tarde que nunca...
Tanta coisa bela que fui perdendo, mas revisitei tudo até onde te tinha deixado...
Percebes de hortas de flores da natureza, isso sim, já vi...
Um grande beijinho e saúde a acompanhar, deseja a laura..

Espaço do João disse...

Querida Laura.
A minha vida nunca foi pêra dôce. Muita tinta correu durante estes aninhos todos que ela me proporcionou, mas nunca devemos chorar sobre o leite derramado. A vida é feita de pequenos nadas, mas se nâo ligarmos a esses momentos deixa de ser vida, para ser vegetação.Não sou homem de cultura, simplesmente assimilhei um pouco daquilo que me foram ensinando. Muito cedo a aventura apoderou-se de mim e, toca a andar para a frente. Ai dos retardatários, há sempre uma bala perdida. Enquanto a pouca massa cinzenta funcionar, seguirei o caminho da aventura. Quando parar é para reduzir a cinzas. Espero que com todos esses afazeres te sintas muito melhor, nunca te deixes ficar para trás, o tempo passa e nem damos por isso.Beijinhos e volta sempre

Rui Caetano disse...

Uma paisagem que faz descansar a alma.

Perla disse...

Gosto da paisagem alentejana.

Bjs

São disse...

Vim repousar...
Tudo de bom.

Osvaldo disse...

Caro João;
O Alentejo não é apenas a paixão dos alentejanos mas verdadeira adoração de todos os portugueses. Se o Minho é o cérebro, Trás-os-Montes os braços, o Douro os pulmões,... o Alentejo é o "ventre" de Portugal.
Obrigado por tão belo blog.
Um abraço.

Paradoxos disse...

estamos sempre a aprender...

abraços

mundo azul disse...

A foto é um pouco triste...desolada...Mas, adorei conhecer um pouco desse lugar que você tanto ama!


Beijos de luz!

Renata Maria Parreira Cordeiro disse...

Adoro o Alentejo, João, mas quero rosas, porque toda mulher gosta de rosas, nem sempre são vermelhas, mas sempre são rosas.
Um abraço,
Renata