terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Enfim SÓS


Já estamos reunidos. Vamos começar a reconstruir a nossa casa e continuar a nossa família.
Ainda levará algum tempo a mostrar nossa nova prole. Aguardemos.

14 comentários:

Anamaria disse...

que lindo! nunca tinha visto um ninho assim. Aqui em casa os passarinhos vivem fazendo ninhos, mas nunca assim, na parede, sem apoio, que habilidade tem a andorinha. Impressionante!Adorei seu
post, amigo João. Abraços

M. disse...

Fico então à aguardar a vossa prole...


Tenho mesmo curiosidade...

AVOGI disse...

ouve lá ó empata coisas deixa-os procriar À vontade nã te ponhas a ver e a encruar
kis :=)

Maria Dias disse...

Bem, ao menos estes dois estao em paz enquanto o mundo está um caos...

beijos


Maria

Catarina disse...

Sempre senti uma “amizade” muito especial pelas andorinhas!

Fatyly disse...

Uma delícia e parabéns seu felizardo pelas andorinhas.

Cida disse...

Que benção, hein amigo?

Não de ouvidos à Avogi(rsrsrs), e quando os filhotinhos nascerem, tire muitas fotos, pois estamos no aguardo e torcendo por eles :)

Invejinha boa de você, pois eu bem que gostaria de ter um ninho desses por aqui.

Abraço GRANDE

Cid@

Pascoalita disse...

O renovar de cada ciclo da natureza é muito interessante! Mas não é muito cedo?

jinhos

Rui Pascoal disse...

Vou ainda esperar muito para as ter de volta. O João deve ser um sortudo!
Obrigado pela visita ao meu blogue.

Rosangela Neri disse...

Aguardemos...

Que Deus realize seus sonhos e lhe proporcione grandes momentos.

2011 bjks

Tite disse...

Que excitação!!!!

Sabes a marca????

-:))))))

Rose disse...

Bjs querido.

Rafeiro Perfumado disse...

E podem sempre divertir-se a tentar acertar em quem passa na porta.

Abraço!

tukakubana disse...

Tenho saudade das andorinhas, dos seus voos rastejantes às varandas de casa de meus Pais, em Lisboa, para fazerem o ninho no edifício (património classificado) que foi o quartel general do Junot (esse mesmo das Invasões francesas), no cruzamento da R.Campolide com a Marquês da Fronteira. Morávamos em frente e deleitava-me com o vaivém das andorinhas no fazer dos ninhos, no alimentar os filhotes....Aqui, onde vivo, vejo-as passar altaneiras, distantes, rápidas.